EDUCAÇÃO INFANTIL DO CAMPO E AS POLÍTICAS INTERNACIONAIS: NOVAS LUTAS, TENDÊNCIAS E CONTRADIÇÕES
Resumo:
O objetivo geral desta dissertação de mestrado foi analisar a Educação Infantil do
Campo, com foco na concepção de Educação Infantil do MST, confrontando-a com
as políticas da UNESCO e do UNICEF. Adotou-se o método do materialismo
histórico e dialético por possibilitar uma maior compreensão da problemática e a
apreensão de aspectos da totalidade do modo de produção capitalista. A delimitação
da pesquisa se fez entre os anos de 1990 e 2012 no estado do Paraná. A Educação
do Campo e a Educação Infantil estão interligadas à política enquanto mecanismo
de estratégia da produção e da economia, repletas de contradições, determinadas
pelo interesse do capital. Nessa conjuntura, há um movimento contrário que luta por
uma educação que atenda aos interesses da classe trabalhadora. Para refletir sobre
essa problemática, esta investigação utilizou-se de pesquisa bibliográfica e
documental, bem como a interlocução com renomados pesquisadores. O percurso
seguido na pesquisa foi: seção II – buscou-se compreender a trajetória da Educação
do Campo e da Educação Infantil no cenário das políticas; seção III – teve como
objetivo analisar as orientações das políticas internacionais para a Educação Infantil,
utilizando-se de dois documentos, o primeiro publicado pela UNESCO em abril de
2012, o segundo publicado pelo UNICEF em fevereiro de 2012; seção IV -
Investigou-se os fundamentos e princípios do MST e da educação do/no campo,
tendo em vista as políticas públicas educacionais voltadas para o atendimento da
infância e, analisou-se os documentos oficiais do MST referente à Educação. Os
resultados da pesquisa mostram que as organizações internacionais elegem a área
urbana como lugar onde os direitos das crianças devem ser assegurados pela
sociedade civil e pelo Estado. Verifica-se, contudo, que contraditoriamente, o MST e
outros movimentos sociais resistem a essa lógica, pois, independentemente do lugar
onde se vive, a educação deve ser de qualidade e é garantido o direito de todas as
crianças terem acesso ao sistema educacional de ensino, de acordo com a
legislação vigente no Brasil.
Campo, com foco na concepção de Educação Infantil do MST, confrontando-a com
as políticas da UNESCO e do UNICEF. Adotou-se o método do materialismo
histórico e dialético por possibilitar uma maior compreensão da problemática e a
apreensão de aspectos da totalidade do modo de produção capitalista. A delimitação
da pesquisa se fez entre os anos de 1990 e 2012 no estado do Paraná. A Educação
do Campo e a Educação Infantil estão interligadas à política enquanto mecanismo
de estratégia da produção e da economia, repletas de contradições, determinadas
pelo interesse do capital. Nessa conjuntura, há um movimento contrário que luta por
uma educação que atenda aos interesses da classe trabalhadora. Para refletir sobre
essa problemática, esta investigação utilizou-se de pesquisa bibliográfica e
documental, bem como a interlocução com renomados pesquisadores. O percurso
seguido na pesquisa foi: seção II – buscou-se compreender a trajetória da Educação
do Campo e da Educação Infantil no cenário das políticas; seção III – teve como
objetivo analisar as orientações das políticas internacionais para a Educação Infantil,
utilizando-se de dois documentos, o primeiro publicado pela UNESCO em abril de
2012, o segundo publicado pelo UNICEF em fevereiro de 2012; seção IV -
Investigou-se os fundamentos e princípios do MST e da educação do/no campo,
tendo em vista as políticas públicas educacionais voltadas para o atendimento da
infância e, analisou-se os documentos oficiais do MST referente à Educação. Os
resultados da pesquisa mostram que as organizações internacionais elegem a área
urbana como lugar onde os direitos das crianças devem ser assegurados pela
sociedade civil e pelo Estado. Verifica-se, contudo, que contraditoriamente, o MST e
outros movimentos sociais resistem a essa lógica, pois, independentemente do lugar
onde se vive, a educação deve ser de qualidade e é garantido o direito de todas as
crianças terem acesso ao sistema educacional de ensino, de acordo com a
legislação vigente no Brasil.
Como Citar:
GHELLERE, Francielle de Camargo. Educação Infantil do Campo e as Políticas Internacionais: novas lutas, tendências e contradições. Nº 174 folhas. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Estadual de Maringá. Orientadora: Angela Mara de Barros Lara. Maringá, 2014.
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