TESSITURAS EM IN/EXCLUSÃO E ACESSIBILIDADE: uma trama entre políticas educacionais, estratégias pedagógicas e recursos em escolas de área rural
Resumo:
A presente dissertação relata uma pesquisa que se propôs a analisar como a acessibilidade está presente nas práticas curriculares de professores, junto aos alunos com deficiência que frequentam os Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental, em escolas públicas da área rural do município de Gravataí/RS. As informações do campo empírico foram obtidas a partir do questionário respondido
por meio da ferramenta Google Forms, por professores dos Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental. Também serviram de material de análise documentos de acessibilidade curricular produzidos para orientar o trabalho pedagógico dos professores de sala de aula comum com os alunos com deficiência, no ano de 2022. A metodologia seguiu a abordagem qualitativa do tipo exploratório descritivo, considerando mais o processo do que o resultado. As ferramentas teóricometodológicas escolhidas para olhar para o objeto de investigação tiveram uma aproximação com algumas noções de Michel Foucault, mais especificamente os estudos de governamentalidade, biopolítica e normalização. Esses conceitos são empregados mais no sentido de uma caixa de
ferramentas, para analisar os enunciados, os significados e as práticas a partir das informações obtidas na pesquisa. O exercício analítico priorizou descrever e analisar os registros, as ações e compreensões que circulam na escola, tomando a inclusão como um imperativo. O exercício analítico enfatizou as interlocuções docentes da in/exclusão e da acessibilidade na escola, em torno de três
eixos: a) os participantes e seus contextos de atuação; b) olhares docentes para acessibilidade: estratégias e recursos e c) o documento de acessibilidade curricular: sistematização e análise. O primeiro eixo contextualiza os interlocutores da pesquisa e a instituição. Já o segundo eixo se subdivide em dois enfoques, evidenciando os processos de in/exclusão na prática docente e a escola
inclusiva na relação com o planejamento docente e acessibilidade, compreendendo esses processos como movimentos da biopolítica e ações de governamento na escola. O terceiro eixo discute a acessibilidade curricular como estratégia para a Educação Inclusiva em duas ênfases: nos Anos Iniciais e nos Anos Finais do Ensino Fundamental. São diversas as estratégias empregadas pelas escolas, mas o que fica evidente é a tendência de aproximar o sujeito aprendente o máximo possível dos parâmetros curriculares oficiais.
por meio da ferramenta Google Forms, por professores dos Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental. Também serviram de material de análise documentos de acessibilidade curricular produzidos para orientar o trabalho pedagógico dos professores de sala de aula comum com os alunos com deficiência, no ano de 2022. A metodologia seguiu a abordagem qualitativa do tipo exploratório descritivo, considerando mais o processo do que o resultado. As ferramentas teóricometodológicas escolhidas para olhar para o objeto de investigação tiveram uma aproximação com algumas noções de Michel Foucault, mais especificamente os estudos de governamentalidade, biopolítica e normalização. Esses conceitos são empregados mais no sentido de uma caixa de
ferramentas, para analisar os enunciados, os significados e as práticas a partir das informações obtidas na pesquisa. O exercício analítico priorizou descrever e analisar os registros, as ações e compreensões que circulam na escola, tomando a inclusão como um imperativo. O exercício analítico enfatizou as interlocuções docentes da in/exclusão e da acessibilidade na escola, em torno de três
eixos: a) os participantes e seus contextos de atuação; b) olhares docentes para acessibilidade: estratégias e recursos e c) o documento de acessibilidade curricular: sistematização e análise. O primeiro eixo contextualiza os interlocutores da pesquisa e a instituição. Já o segundo eixo se subdivide em dois enfoques, evidenciando os processos de in/exclusão na prática docente e a escola
inclusiva na relação com o planejamento docente e acessibilidade, compreendendo esses processos como movimentos da biopolítica e ações de governamento na escola. O terceiro eixo discute a acessibilidade curricular como estratégia para a Educação Inclusiva em duas ênfases: nos Anos Iniciais e nos Anos Finais do Ensino Fundamental. São diversas as estratégias empregadas pelas escolas, mas o que fica evidente é a tendência de aproximar o sujeito aprendente o máximo possível dos parâmetros curriculares oficiais.
Como Citar:
SANTOS, Simone Pereira dos. Tessituras em in/exclusão e acessibilidade: uma trama entre políticas educacionais, estratégias pedagógicas e recursos em escolas de área rural. Dissertação (Mestrado Profissional em Educação) - Universidade Estadual do Rio Grande do Sul - Unidade Universitária Litoral Norte. Osório – RS. 2023
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