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“E EU NÃO SOU UMA PROFESSORA?” Ensino de História e narrativas femininas das margaridas e girassóis na Educação do Campo.


Resumo:

Esta dissertação tem o intuito de discutir e refletir sobre a importância de narrativas
que incluam as mulheres, mais especificamente negras, nas aulas de história do
campo de Tomé-Açu (PA). As entrevistas e a observação do cotidiano escolar foram
a fonte de pesquisa para a realização deste trabalho acadêmico, juntamente com as
leituras de autoras negras como Lélia González, Conceição Evaristo, Alice Walker,
Djamila Ribeiro, Audre Lorde, outras autoras como Glória Anzaldúa, Roseli Salete
Caldart, autores como Ailton Krenak e Antônio Bispo, entre outros. Evidenciamos
narrativas de professoras que lecionam a disciplina de história no campo para
entender como se dá essa invisibilidade. Produzimos um panfleto com os conceitos:
feminismo, feminismo negro, ecofeminismo e educação do campo, criamos um
coletivo CEAME- Coletivo de Educadoras(es) Antirracistas Movimentando a Educação
do Campo, por meio de um blog como produto da dissertação, para que mais
educadoras conheçam e discutam sobre patriarcado, racismo, machismo, sexismo na
educação do campo no ensino de história.

Como Citar:

SANTOS, Alandienis Souza. “E eu não sou uma professora?”: ensino de História e narrativas femininas das margaridas e girassóis na Educação do Campo. Orientadora: Anna Maria Alves Linhares. 2024. 124 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Ensino de História) - Campus Universitário de Ananindeua, Universidade Federal do Pará, Ananindeua, 2024.
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