REDEScobrindo experiencias estéticas na escola do campo por uma formação sensível e integradora
Resumo:
Este estudo concentrou-se no ensino das Artes nos anos iniciais, analisando como
professores sem licenciatura em Artes abordam essa disciplina para o desenvolvimento
criativo e cultural dos alunos. A pesquisa foi realizada no curso de Mestrado do Programa
de Pós-graduação em Artes da Universidade Federal de Pelotas e teve como objetivo
investigar como o professor alfabetizador sem formação específica em arte aborda as
Artes nos anos iniciais, especificamente na escola do campo Bernardo Arriada, e verificar
se promovem uma Educação Estética em suas práticas. O estudo partiu da constatação de
que as/os professoras/es licenciadas/os em pedagogia não possuem formação específica
no campo da arte, apesar de serem responsáveis pelas atividades de arte-educação nos
anos iniciais desta Escola do Campo. A escolha do tema de pesquisa foi motivada pela
falta de professores de artes e pela ausência de cursos de formação na área, o que torna
o ensino de artes praticamente inexistente nessa região, e traz questionamentos acerca
do modo como acontece o ensino de artes nesta Escola do Campo no sul do Rio Grande
do Sul por professores alfabetizadores. As perguntas sueladoras foram: como acontecem
as atividades de artes nas rotinas desta escola do campo? E, como os professores
alfabetizadores percebem a importância da experiência estética para a aprendizagem
e transformação pessoal dos seus alunos? A pesquisa utilizou métodos qualitativos, a
partir de uma perspectiva autoetnográfica, e também encontros, oficinas e atividades de
criação coletiva. Para o embasamento teórico da pesquisa foram utilizados autores como
Edith Derdyk (2020), Marly Ribeiro Meira (2002), Ana Mae Barbosa (2018) e Paulo Freire
(2003), além de referências sobre escola do campo, tais como Helana Célia Freitas (2011),
Mônica Castagna Molina e Sonia Meire Santos Azevedo de Jesus (2004), Milena da Silva
Fernandes (2019) e Roseli Salete Caldart (2009). Partiu-se de uma revisão bibliográfica de
cunho documental e descritivo. Defendeu-se a ideia de que as experimentações estéticas
podem promover meios significativos de autoconhecimento e abrir caminhos para novas
perspectivas para o ensino-aprendizagem. Concluiu-se que as vivências, conhecimentos
e conexões obtidos durante a pesquisa tiveram um impacto positivo na sala de aula desta
escola do campo em Santa Vitória do Palmar, favorecendo as atividades de educação
artística e a formação mais abrangente dos alunos e professores.
professores sem licenciatura em Artes abordam essa disciplina para o desenvolvimento
criativo e cultural dos alunos. A pesquisa foi realizada no curso de Mestrado do Programa
de Pós-graduação em Artes da Universidade Federal de Pelotas e teve como objetivo
investigar como o professor alfabetizador sem formação específica em arte aborda as
Artes nos anos iniciais, especificamente na escola do campo Bernardo Arriada, e verificar
se promovem uma Educação Estética em suas práticas. O estudo partiu da constatação de
que as/os professoras/es licenciadas/os em pedagogia não possuem formação específica
no campo da arte, apesar de serem responsáveis pelas atividades de arte-educação nos
anos iniciais desta Escola do Campo. A escolha do tema de pesquisa foi motivada pela
falta de professores de artes e pela ausência de cursos de formação na área, o que torna
o ensino de artes praticamente inexistente nessa região, e traz questionamentos acerca
do modo como acontece o ensino de artes nesta Escola do Campo no sul do Rio Grande
do Sul por professores alfabetizadores. As perguntas sueladoras foram: como acontecem
as atividades de artes nas rotinas desta escola do campo? E, como os professores
alfabetizadores percebem a importância da experiência estética para a aprendizagem
e transformação pessoal dos seus alunos? A pesquisa utilizou métodos qualitativos, a
partir de uma perspectiva autoetnográfica, e também encontros, oficinas e atividades de
criação coletiva. Para o embasamento teórico da pesquisa foram utilizados autores como
Edith Derdyk (2020), Marly Ribeiro Meira (2002), Ana Mae Barbosa (2018) e Paulo Freire
(2003), além de referências sobre escola do campo, tais como Helana Célia Freitas (2011),
Mônica Castagna Molina e Sonia Meire Santos Azevedo de Jesus (2004), Milena da Silva
Fernandes (2019) e Roseli Salete Caldart (2009). Partiu-se de uma revisão bibliográfica de
cunho documental e descritivo. Defendeu-se a ideia de que as experimentações estéticas
podem promover meios significativos de autoconhecimento e abrir caminhos para novas
perspectivas para o ensino-aprendizagem. Concluiu-se que as vivências, conhecimentos
e conexões obtidos durante a pesquisa tiveram um impacto positivo na sala de aula desta
escola do campo em Santa Vitória do Palmar, favorecendo as atividades de educação
artística e a formação mais abrangente dos alunos e professores.
Como Citar:
FERREIRA, Daiane Jardim. REDEScobrindo experiencias estéticas na escola do campo por uma formação sensível e integrador. Dissertação (Mestrado em Artes) – Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2024
Voltar para Lista










